A gripe é uma doença que afeta o corpo todo, no início o corpo parece pesado, depois podem vir os calafrios, às vezes sentimos que estamos mais “quentes” e lá estamos nós na cama sem vontade de levantar. Os sintomas iniciais podem ser diferentes para cada um, mas geralmente começam assim e logo alguém nos diz: “é uma virose” os médicos nos serviços de emergência recomendam aguardar a evolução dos sintomas por até 72 horas, se nada diferente acontecer.

Até aí já estamos acostumados, mas se a febre aparece toca um sininho interno de alerta e o doente e toda a sua família fica mais preocupada. Nesse momento do pico da febre, quando o sistema imunológico está atuando e o corpo produzindo anticorpos para sua defesa é que o medicamento homeopático é importante para acelerar o processo de cura.
A rapidez do tratamento homeopático depende da vitalidade do paciente e da intensidade do desequilíbrio, mas o importante é que resolve.

Com a Homeopatia a gripe é tratada de forma individualizada para cada paciente. Afinal os sintomas da gripe são parecidos, mas cada um tem a “sua gripe” com alguns sintomas semelhantes e outros diferentes. Nas diferenças dos sintomas é que está a ação do homeopata, afinal a medicação deve ser de acordo com a forma que cada pessoa manifesta a sua gripe. O médico homeopata também analisa as causas prováveis (mudança de temperatura, ar seco), os sintomas individuais tanto físicos (dor de cabeça, no globo ocular) como mentais (agitação, sonolência) e até se existe presença de secreção nasal.
A outra forma de usar a medicação homeopática nas gripes é a utilizada nas epidemias: atender os vários pacientes com quadro clínico semelhante e escolher a medicação que cubra todos os sintomas apresentados. Enfim o médico homeopata está preparado para trabalhar com a melhor solução para o seu caso e prescrever um medicamento que seja capaz de causar os sintomas semelhantes aos que se deseja combater, estimulando o organismo a reagir contra a doença e assim, o organismo do paciente volta ao seu estado saudável.
Essa abordagem é a mesma utilizada na aplicação das vacinas, que usa o vírus atenuado (enfraquecido) para que o organismo crie resistência a ele e possa assim enfrenta-lo quando a doença tentar se instalar.